19 de julho de 2018

Oi, pessoal! Ultimamente vocês perceberam como tem aumentado o número de séries sendo produzidas foram do eixo norte-americano/britânico? Exemplos disso são Dark, La Casa de Papel, 3%… Várias produções incríveis que saem dos modelos aos quais estamos acostumados.

Pensando nisso, a sugestão de hoje é uma série dinamarquesa da qual eu quero falar há um tempinho! Então pega seu guarda-chuva e vem porque nessa chuva é melhor não se molhar.

(Reprodução Netflix)

The Rain (PT: A Chuva) é uma série dinamarquesa da Netflix de ficção científica, e entrou pra grade em maio desse ano e logo no finalzinho do mesmo mês já foi renovada para uma segunda temporada. É mole?!

O roteiro de The Rain é o seguinte: Na Escandinávia uma espécie de vírus mortal surgiu e fugiu de controle do governo imediatamente. O vírus era capaz de matar instantaneamente ou deixar as pessoas doentes por muito tempo até morrerem. Até aí nada diferente de mais um filme apocalíptico, né? Mas a diferença e ponto chave dessa série mora no seguinte detalhe: Esse vírus é transmitido através da chuva.

Isso mesmo! Desde sua aparição, ficou descoberto que as chuvas periódicas que passaram a acontecer na cidade carregavam o vírus, logo, para fugir da transmissão direta é necessário que todos se abriguem da chuva e tentem se manter o mais longe possível da água contaminada.

Logo no começo da história somos apresentados aos personagens principais, um casal de irmãos, Simone e Rasmus. No início ambos são crianças, Simone sendo a filha mais velha, cujo pai é um dos cientistas envolvidos com pesquisas sobre o vírus. Logo que ele fica sabendo que a chuva vindo para a cidade é capaz de matar os humanos, ele leva a família para uma espécie de abrigo subterrâneo que a companhia na qual trabalha tem espalhados por toda a cidade.

Rasmus e Simone no começo da série, antes da chuva.

(Reprodução Netflix)

Porém como nenhuma série desse gênero começa bem… O pai deixa os filhos com a mãe no bunker e vai atrás de uma cura. Porém um incidente acontece dentro do abrigo e as crianças tentam fugir quando alguém surge batendo na entrada, achando que se trata do pai voltando imediatamente. Mas aí o pior ocorre: A mãe deles, para impedir que as crianças fossem puxadas para fora ou que deixassem o homem desconhecido entrar, acaba saindo e sendo pega pela chuva, morrendo na frente dos filhos.

A partir daí, Simone decide fazer de tudo para proteger seu irmão, uma vez que aprendemos logo de início que ele é supostamente uma chave importante para essa história do vírus.

Sozinhos, os dois passam a morar dentro do abrigo, jamais saindo, e crescendo um ao lado do outro. Seis anos acabam se passando, e com eles vão surgindo mudanças no crescimento de ambos e dificuldades, como a escassez de alimentos que chega ao fim. Em uma discussão para sair do bunker e pisarem no mundo lá fora, do qual não tem notícias há seis anos, os irmãos acabam abandonando o abrigo.

E aí a série começa a pegar ritmo! Acompanhamos Simone e Rasmus em sua luta para sobreviver e encontrar o pai, acabando por encontrarem um grupo de demais sobreviventes e fazendo amizade.

O grupo de sobreviventes em ordem: Martin, Simone, Rasmus, Beatrice, Jean, Lea e Patrick.

(Reprodução Netflix)

A série é curta, tem apenas oito episódios, mas são episódios densos e com tantas reviravoltas que você fica maluco assistindo! Porém de um jeito bom. Em meio a uma Escandinávia abandonada, acompanhamos a história dos irmãos e as relações entre o grupo, tendo contato com arcos de romance, briga, ciúmes e muito mistério. Tá esperando o que para conferir?

A série tem uma pegada parecida com as séries norte americanas, mas que é bem única e infinitamente bonita. Corre lá e me conta depois! ♥

postado por Jhessi

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